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Bolsonaro afirma que ‘bandidagem vai morrer' em seu governo

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Lançamento da candidatura de Jair Bolsonaro para à Presidência da República. Foto: Jose Lucena/Futura Press

Após adotar um discurso mais moderado no início da campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL) voltou aos antigos rompantes extremistas. Em evento na cidade de Araçatuba (517.5 km da capital paulista), o candidato liberal prometeu que em seu governo a “bandidagem vai morrer” e “que o governo Federal não repassará recursos para direitos humanos”.

Na opinião do capitão reformado do exército, Ongs de direitos humanos prestam um ‘desserviço’ ao Brasil e que deixar de financiar essas entidades será uma de suas estratégias para reduzir a criminalidade do país.

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“Conosco não haverá essa politicagem de direitos humanos, essa bandidagem vai morrer porque não enviaremos recursos da União para eles. Em vez de paz, essas ONGs prestam um desserviço ao nosso Brasil. Precisamos de alguém sentado na cadeira presidencial que respeite a tradicional família brasileira, que tenha Deus acima de tudo, como lema nosso”, falou.

Bolsonaro também conclamou seus apoiadores a participarem ativamente da política nacional. “Ou colocamos gente como nós na política, ou não temos futuro. Gente como nós é gente honesta, que acredita em Deus e gente que é patriota”, argumentou.  O presidenciável também  falou sobre o risco do “Brasil se tornar uma Venezuela”.

Após uma carreata, Bolsonaro concedeu uma entrevista coletiva em que defendeu o agronegócio e declarou que em seu governo irá tipificar invasões de terra como “crime de terrorismo”.  Outro ponto da entrevista foi a sinalização do candidato que iria investir na construção de hidrovias e ferrovias. “Hidrovia é o transporte mais barato que temos. Devemos investir nessa área, como em outros modais, como o ferroviário. Pela ausência de recursos podemos conversar com iniciativa privada e oferecer todas as garantias para investir nessa área de transporte”, prometeu.

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