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Debate é marcado por dancinha de Ciro e gafe de Meirelles

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Ronaldo Silva/Futura Press

O debate entre os presidenciáveis na TV Gazeta neste domingo, o primeiro após o ataque a Jair Bolsonaro, foi marcado pelo tom morno.

As exceções à falta de empolgação vieram principalmente em dois momentos: diante de declarações de Henrique Meirelles (MDB) e de gestos nos intervalos do debate protagonizados por Ciro Gomes (PDT).

Ciro arrancou risadas da plateia ao ensaiar passos de dança em dois intervalos, enquanto ouvia a informação de que liderava as menções de internautas no Twitter, ainda que nem todas pudessem ser positivas.

O segundo momento aconteceu quando Meirelles respondia à pergunta de uma internauta sobre ações que, se eleito, adotaria para combater a desigualdade salarial entre homens e mulheres. “É absolutamente inaceitável mulheres ganharem mais que os homens na mesma função”, afirmou o emedebista.

Apesar das gargalhadas, nem Meirelles, nem seus adversários pareceram ter se dado conta da gafe. Guilherme Boulos, do PSOL, também despertou risos da plateia ao ironizar o mote da campanha de Meirelles, o “Chama o Meirelles”.

“Eu não vou chamar o Meirelles, eu vou taxar o Meirelles”, disse, referindo-se ao patrimônio de quase R$ 400 milhões declarado pelo candidato à Justiça Eleitoral.

Além de Bolsonaro, ausente por causa do ferimento que sofreu na quinta-feira (6), também não participaram do debate os candidatos do PT, que ainda não anunciou um nome para substituir Lula, barrado pela Justiça Eleitoral, e o deputado Cabo Daciolo (Patriotas), que anunciou um jejum por 21 dias e, em função disso, suspendeu atos de campanha.

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