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Lei eleitoral deve diminuir uso de imagem de Lula na TV

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Fernando Haddad durante ato pela educação e Lula Presidente na quinta-feira, 23, em João Pessoa, Paraíba.Fotos: Ricardo Stuckert

A atualização da lei eleitoral mostra que um candidato em eleição proporcional, como deputado, pode apoiar e aparecer na campanha eleitoral de outro que disputa uma vaga majoritária, como de presidente, do mesmo partido, em até 25% do tempo de TV e rádio. Nas últimas eleições municipais, essa nova regra já valeu, mas por se tratar, desta vez, de uma eleição geral, ainda há dúvidas sobre sua vigência.

Em 2016, ao julgar um caso na municipal, o tribunal de Santa Catarina entendeu que o limite de 25% também se aplica a “apoiadores com relevo político, social ou artístico, capazes de influenciar, em tese, na vontade do eleitor”.

Parte da discussão surgiu envolta da candidatura do ex-presidente Lula (PT), que está preso, em Curitiba, desde o dia 7 de abril, na Superintendência da Polícia Federal, condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Por isso, Lula não aparecerá nos vídeos, nem sua voz será veiculada. Quem fará isso será seu substituto direto, caso venha a impugnação pela Lei da Ficha Limpa, o vice Fernando Haddad (PT).

O objetivo do partido é explorar a imagem do ex-prefeito de São Paulo na propaganda, além da campanha nas ruas que começou, na semana passada, pelo nordeste.

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