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Mais discreta, Rosa Weber tira peso de fake news e foca na redução dos erros do TSE

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Prédio do Tribunal Superior Tribunal (TSE) em Brasília. (Fátima Meira/Futura Press)

Com perfil mais discreto em relação aos dois últimos presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes e Luiz Fux, a ministra Rosa Weber chegou há uma semana à presidência mostrando personalidade e colocando menos peso na questão da fake news, amplamente defendida por Fux.

A avaliação interna é que o assunto já foi solucionado com as medidas tomadas até aqui como os termos de compromisso firmados com as plataformas digitais Google e Facebook, com a imprensa, os marqueteiros de campanha e os partidos políticos. Sendo assim, Weber encerrou novos projetos dentro do tema.

Além disso, Weber prefere menos contato pessoal como acontece em entrevistas. Em seu discurso, no dia 14, ela garantiu o mínimo de erros e possibilidades de contestação sobre a atuação do tribunal nestas eleições que dão sinais de maior complexibilidade, como o caso de Lula (PT).

O prazo para o TSE receber pedidos de impedimento de candidaturas terminou na madrugada desta quinta-feira (23) e, agora, as defesas têm sete dias para se manifestarem.

Só o caso do ex-presidente, preso desde o dia 7 de abril, em Curitiba, por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá, condenado em segunda instância, tem 16 pedidos, que estão nas mãos do ministro Luís Roberto Barroso. Juridicamente, é possível que ele decida sozinho, mas, por se tratar de uma situação inédita, ele deve deixar que o processo siga o curso normal. Dos presidenciáveis, Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) também tiveram a impugnação requisitada.

Na semana passada, Rosa Weber disse que daria celeridade ao caso, mas ressaltou que a Justiça tem seus prazos e não serão atropelados. Especificamente no caso de Lula, o desfecho deve ficar para o meio de setembro.

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