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Pesquisa XP: com apoio de Lula, Haddad cola em Bolsonaro

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Fernando Haddad durante ato pela educação e Lula Presidente nesta quinta-feira, 23, em João Pessoa, Paraíba. (Fotos: Ricardo Stuckert)

Na última pesquisa XP/Ipespe, um novo cenário foi testado. O de Fernando Haddad (PT), vice e substituto direto caso Lula seja impugnado, com o apoio do ex-presidente. Até agora, Haddad havia aparecido com menos de 5% nas intenções de voto, mas sem Lula vinculado a seu nome. Com a novidade, Haddad (13%) cola em Jair Bolsonaro (PSL), que aparece com 20%.

Nesse cenário, os brancos e nulos chegam a 26%. Como a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, Haddad estaria empatado no segundo lugar com Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 9%, 8% e 8%, respectivamente. Álvaro Dias (Podemos) empata com quem ainda não sabe opinar, com 5%. João Amoêdo (Novo), Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) marcam 2%, 1%, 1% e 1%. E Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU), não pontuaram.

Com Lula, o petista aparece com 32%, Bolsonaro fica em segundo também com 20%, brancos e nulos continuam alto com 15% e Marina, Ciro e Alckmin caem para 7%. Álvaro desce para 4%, junto com os que não sabem dizer em quem vão votar com 3%, Amoêdo com 2%, Daciolo e Meirelles com 1%. Eymael, Boulos, Vera e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram.

Quando Haddad volta, mas sem menção a Lula, ele cai e Marina assume o segundo lugar. Bolsonaro aparece com 23%, brancos e nulos, ainda mais para cima, também com 23%, Marina com 12%, Ciro e Alckmin com 8%, não sabem com 7%, Haddad com 6%, Álvaro com 5%, Meirelles e Amoêdo com 2%, Daciolo, Boulos e Goulart Filho com 1%, e Eymael e Vera sem marcarem novamente.

A XP também avaliou os possíveis segundos turnos. Lula ganha o embate com Bolsonaro, de 45% a 33% e Alckmin cresce, como é possível notar nos confrontos do candidato do PSDB com Ciro (33% a 28%) e com Haddad (36% a 23%). Bolsonaro, além de perder para Lula, empata com Ciro, Alckmin, Marina e Haddad (32% a 32%, 34% a 33%, 37% a 33% e 38% a 32%).

Foram entrevistadas 1000 pessoas no Brasil, por telefone, entre os dias 20 e 22 de agosto.

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