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Romero Jucá, alvo da Lava Jato, declara 80% a menos no TSE

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O presidente do MDB e senador Romero Jucá declarou um patrimônio de R$ 194.802,49 para a reeleição, agora em 2018, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que é 80,3% do informado, em 2010, quando foi escolhido. Na época, os bens chegavam a R$ 607.901,41. Contando com a correção da inflação Jucá teria, hoje, um patrimônio de R$ 989.048,85.

Do total deste ano, Jucá informou contar com R$ 150 mil em espécie e dois depósitos bancários nos valores de R$ 15.220,82 e R$ 29.581,67. Há 8 anos, ele possuía em espécie R$ 545 mil, além de um terreno em uma praia em Pernambuco.

Fátima Meira/Futura Press

Problemas com o STF
Romero Jucá é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em decorrência de depoimentos em delações de executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato. De acordo com a PGR (Procuradoria-Geral da República), o líder do governo no Senado teria ganho R$ 150 mil para favorecer a empreiteira e repassar as “doações” ao diretório do MDB em Roraima, seu reduto eleitoral.

Jucá responde ainda a outros 12 inquéritos no Supremo, entre desdobramentos da Lava Jato e suspeitas de ilegalidades na construção da usina de Belo Monte. Em fevereiro deste ano, um dos processos foi arquivado por prescrição após 14 anos de tramitação. O inquérito apurava o suposto envolvimento de Jucá em desvios de verbas de emendas parlamentares em obras do município de Cantá, Roraima.

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