Análise: Atlético de Madrid renasce para avançar em grupo da morte da Champions

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O Atlético de Madrid de Diego Simeone é um dos times mais eficientes da Champions nos últimos dez anos, ainda que não tenha conquistado o tão esperado primeiro título europeu - bateu na trave em 2014 e 2016. Muitas vezes é cobrado por um futebol mais vistoso, mas os resultados, na maioria das vezes, sempre abafam as reclamações. É o caso da reviravolta nesta terça-feira, pelo Grupo B.

O time da capital espanhola venceu o Porto por 3 a 1 em Portugal, gols de Griezmann, Correa e De Paul (Sérgio Oliveira descontou), e reverteu uma eliminação que parecia muito próxima. A queda ainda na primeira fase do atual campeão espanhol seria um golpe duro sobre o trabalho do técnico argentino. Ela não aconteceu. O que entra para a história é a classificação no grupo da morte, deixando para trás os portugueses, que precisavam de apenas um empate no Estádio do Dragão, e o Milan, que precisava vencer os reservas do Liverpool e não conseguiram.

A partida foi pegada, com lances mais ríspidos, três cartões vermelhos, dois para o Porto e um para o Atlético de Madrid. Um certo ar de Libertadores ao qual Simeone e sua trupe estão mais do que acostumados.

Força dos favoritos

O primeiro dia da rodada decisiva da fase de grupos da Champions reforçou o protagonismo de Liverpool e Real Madrid. Os ingleses, que vivem grande fase na temporada, escalaram reservas para o jogo contra o Milan no San Siro, uma vez que o primeiro lugar já estava garantido antecipadamente.

Apesar do ímpeto dos donos da casa, um gigante da Champions que busca recuperar o protagonismo perdido, os ingleses venceram e chegam às oitavas de final com seis vitórias em seis partidas, em um dos grupos mais fortes da edição. O cartão de visitas para a fase seguinte está à mostra, para todos verem.

O Real Madrid não conseguiu a campanha de 100% de aproveitamento, mas também fez bonito. No jogo desta terça-feira, enfrentou a Internazionale no Santiago Bernabeu atrás de um empate que garantisse o primeiro lugar do Grupo D. Veio a vitória por 2 a 0, gols de Kross e Asensio, e a impressão de que o time ganha corpo sob o comando de Carlo Ancelotti.

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