Ana Maria Braga diz que amigos cobravam que Tom Veiga se cuidasse melhor: ‘Ele amou muito os outros, sofria por amor’

Extra
·3 minuto de leitura
Foto: Rede Globo/Divulgação

ana_maria_braga_e_renata_ceribelli-jpeg

Foto: Rede Globo/Divulgação

Neste domingo (dia 8), quando completou-se uma semana da morte de Tom Veiga, o ator e apresentador parceiro de Ana Maria Braga por mais de duas décadas foi lembrado e homenageado por fãs e amigos. Pela manhã, o Padre Antonio Maria celebrou uma missa de 7º dia, transmitida em seu canal no YouTube. A loura e quase duas mil pessoas acompanharam a cerimônia.

Leia mais:

Em seu Instagram, o religioso fez o poético convite: “‘Olhai as aves do céu’, disse Jesus. Parafraseando esta palavra do mestre, quero dizer: ‘Olhai a ave no céu, o Louro’. O voo, para eternidade, que nosso querido Tom Veiga alçou, é um convite de Deus a olharmos mais para o céu”. A transmissão foi realizada direto da Casa Sagrada de Nossa Senhora do Novo Caminho e durou aproximadamente uma hora.

À noite, no “Fantástico”, Ana Maria Braga falou à repórter Renata Ceribelli sobre a dor da partida prematura de seu companheiro de trabalho, pai do querido Louro José.

“Eu fiquei arrasada com a notícia, não queria acreditar. Essa é a primeira reação que você tem, a negação. Você fala: isso não está acontecendo, né? Vai ser tudo bem, ele vai chegar em casa aqui amanhã e a gente vai se encontrar. Eu rio e choro ao mesmo tempo. Sabe quando você ainda não caiu na real? Vai ser um novo recomeço, eu acho. Tão difícil quanto”, desabafou a apresentadora, cuja força surpreendeu os telespectadores do “Mais você”.

Leia mais:

Questionada se Louro José permaneceria no ar (manipulado por outra pessoa), Ana afirmou que ainda é cedo para responder essa dúvida, que é de muita gente: “Mas obviamente o Tom é inigualável”.

A apresentadora comentou outra turbulência em seu ano pessoal: a descoberta de que o câncer de pulmão havia voltado, na mesma época do seu casamento com o francês Johnny Lucet. “Eu disse pra ele: ‘Eu vou sobreviver.... Você sabe o quanto é importante pra gente a parceria e o amor”.

Por amor, Tom Veiga sofria. É o que sua amiga e confidente revelou na entrevista:

“Eu devia ter botado ele no colo e dado umas palmadas em várias situações. Acho que, de repente, ele pudesse ter se cuidado melhor. Se amado mais. Ele amou muito, muito, muito os outros. Muito. E ele sofria muito. Por amor”.

Leia mais:

Após a morte de Tom, com quem viveu por 14 anos e de quem se separou em 2018, Alessandra Veiga revelou que os dois haviam reatado o relacionamento e que ele planejava ir morar com ela e os dois filhos nos Estados Unidos, ano que vem. Em janeiro deste ano, ele se casou com Cybelle Hermínio Costa, mas a união só durou oito meses.

Ana afirmou que ela e o amigo nunca tinham conversado sobre morte.

“Estive pensando nisso, inclusive. Eu nunca conversei sobre o Tom a respeito de por exemplo: ah, se a gente, um de nós morrer? Ou o que você acha de ser enterrado assim? Eu penso em morrer com mais frequência porque me dão uns sustos, né? Agora, ele não. Moleque jovem, moleque que a bem da verdade não cuidava da saúde como deveria. Todos os amigos falavam pra ele: ‘Olha, precisa dormir mais’. ‘Olha, precisa fazer isso menos’. ‘Olha, precisa ir no médico ver essa dor na coluna’. Mas era uma coisa impensável, né? Impensável.

Leia mais: