Anac estuda uso de 'passaporte sanitário' da COVID-19 no Brasil

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Pandemia transformou rotina nos aeroportos. (Foto: AP Photo/Aaron Favila)
Pandemia transformou rotina nos aeroportos. (Foto: AP Photo/Aaron Favila)
  • A Agência Nacional de Aviação Civil estuda a possibilidade de implementar passaporte sanitário.

  • Documento seria utilizado para monitorar status imunológico de passageiros.

  • Novidade poderia minimizar restrições ao trânsito aéreo.

O uso de um "passaporte sanitário" em aeroportos brasileiros já vem sendo estudado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). As informações são de reportagem do jornal Valor Econômico.

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O intuito do passaporte, que funciona como um registro do estado imunológico do passageiro no contexto da pandemia da COVID-19, com informações sobre vacinações e eventuais contágios passados, além de resultados de testes PCR, é flexibilizar o trânsito aéreo.

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Como funciona

Dotadas de mais informação a respeito do estado imunológico dos passageiros, as agências reguladoras da aviação esperam poder estimular a retomada gradual do setor, um dos mais afetados pela crise, já que caiu drasticamente o número de voos desde o início da pandemia.

A implementação de um passaporte permitiria o relaxamento de medidas como exigência de quarentena de até 14 dias ao chegar em outros países, e até o levantamento de restrições à entrada de passageiros já vacinados.

Na Europa, essa medida já vem sendo adotada para flexibilizar e restabelecer a normalidade das rotas aéreas. Uma parte da população, porém é contra o passaporte, e no último dia 24 houve até manifestação com milhares de participantes em Londres, capital da Inglaterra.

Esses manifestantes, muitas vezes ligados a movimentos anti-vacina, e a teorias da conspiração, sugerem que um passaporte sanitário seria uma espécie de ferramenta de controle dos governos sobre a população.

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