André Gonçalves, Nego do Borel e mais: relembre famosos que tiveram problemas com a Justiça em 2021

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O ano de 2021 foi cheio de desafios para muita gente, mas, para alguns famosos, as dificuldades envolveram problemas judiciais. Violência doméstica é motivo principal de prisão de artistas que, envoltos por polêmicas, conseguiram terminar o ano em liberdade. Relembre alguns casos.

O ator é um dos mais recentes na lista. Seu nome tem sido envolvido em polêmicas desde novembro, já no fim do ano, por conta de dívidas de pensão alimentícia das filhas Valentina, de 18 anos, e Manuela, de 22 anos, que pedem na Justiça de Santa Catarina e Rio, respectivamente, a prisão do pai. Gonçalves segue à espera da tornozeleira eletrônica para começar o cumprimento da pena domiciliar. Para o ator, a prisão pedida pelas próprias filhas é "devastadora demais" para prosseguir com sua carreira. A atriz Tereza Seiblitz, mãe de Manuela, disse que o pai era ausente e o definiu como um "pai cenográfico".

Iverson de Souza Araújo, conhecido pelo nome artístico DJ Ivis, era considerado um dos maiores nomes do forró eletrônico no Brasil, antes de ser preso por ter agredido brutalmente a ex-companheira, Pamella Hollanda, com socos, chutes e pontapés, na frente da filha dos dois, uma bebê de 9 meses. Um vídeo gravado por câmeras de segurança mostrando a cena chocou o país ao ser divulgado. A arquiteta detalhou algumas agressões do ex: ela contou ter sido estrangulada dentro do banheiro do apartamento em que vivia com Ivis. Em outra ocasião, foi ameaçada com uma faca de cozinha e acabou salva por uma mulher que trabalhava como governanta para a família.

Depois da prisão, o artista teve músicas excluídas de plataformas de streaming como Spotify e Deezer. Depois de 100 dias preso, após sete pedidos de habeas corpus negados pela Justiça ele obteve um avará de soltura e está em liberdade. Convidado por Tarcísio do Acordeon a subir no palco do evento 'Noite do Piseiro', em São Bernardo do Campo, DJ Ivis não conseguiu terminar seu show, após ser vaiado pelo público.

O nome de Nego do Borel esteve entre os assuntos polêmicos de todo o ano de 2021. Em janeiro, a atriz e influenciadora digital Duda Reis, ex-namorada de Nego do Borel, registrou um boletim de ocorrência contra o cantor, detalhando episódios de abuso e de agressões. Durante as buscas realizadas por investigadores da Polícia Civil que apuravam as acusações feitas por Duda Reis, foi encontrado, na casa de Nego do Borel, um cofre com R$ 473 mil em notas de R$ 100 e R$ 50, amarradas por elásticos e divididas em vários maços.

Em julho, ele foi indiciado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica praticado contra uma de suas ex-namoradas, a assessora de imprensa Swellen Sauer.

Expulso do programa "A fazenda", da TV Record, depois de ser acusado por estupro de vulnerável contra a modelo Dayana Mello, o cantor foi dado como desaparecido, como consta no registro feito pela mãe do funkeiro na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), no Rio de Janeiro. Após o sumiço, ele foi encontrado em um motel em Vila Isabel no dia 5 de outubro. A assessoria do cantor disse que "de acordo com as investigações, ele teria pegado no sono após o uso excessivo de remédios".

No mesmo mês, Leno Maycon, nome de batismo do artista, foi indiciado por ameaça de extorsão. De acordo com sócio de empresa de eventos, cantor teria solicitado R$ 30 mil momentos antes de participar de uma live.

O cantor sertanejo Ávine Vinny, dono do hit "Coração Cachorro", foi detido em flagrante e autuado no âmbito de violência doméstica em Fortaleza, após ameaçar a ex-mulher, Laís de Hollanda, por telefone e mensagens de texto. Enquanto fazia o registro de ocorrência do caso, ela recebeu ameaças por mensagens, segundo a Polícia Civil. A Justiça do Ceará decidiu, durante audiência de custódia nesta terça-feira, soltar o cantor de 32 anos.

Outro cantor sertanejo que teve problemas judiciais foi Eduardo Costa, de 42 anos. O multi-instrumentista foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por estelionato. Costa teria feito um contato de compra e venda em 2015, adquirindo um imóvel no valor de R$ 9 milhões de reais, no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte. Como parte do pagamento (R$ 5,6 milhões), ele e o sócio ofereceram outro imóvel, localizado em Piumhi, Minas Gerais. Na negociação, os sócios teriam omitido às duas vítimas que o imóvel era objeto de uma ação de reintegração de posse desde 2012, e também era alvo de outra ação pública desde 2013.

Segundo a promotoria, ele omitiu de forma dolosa se tratar de bem “litigioso”, obtendo “vantagem ilícita”, em prejuízo das “vítimas”. Parte da casa oferecida pelo cantor na negociação de outra mansão foi construída em um terreno que pertence ao reservatório da Usina Hidrelétrica de Furnas. A empresa entrou com ação para reintegração de posse do imóvel.

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