André Mendonça defende Michelle Bolsonaro: “Ali estava o Espírito Santo de Deus”

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André Mendonça pregou em culto na Câmara dos Deputados (Foto: Ascom/SG)
André Mendonça pregou em culto na Câmara dos Deputados (Foto: Ascom/SG)
  • André Mendonça defende Michelle Bolsonaro, alvo de piadas após vídeo viralizar

  • “Ali estava o Espírito Santo de Deus”, disse

  • Aprovado para ser ministro do STF, Mendonça pregou na Câmara dos Deputados nesta quarta

Durante um culto evangélico na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (8), André Mendonça defendeu a primeira-dama Michelle Bolsonaro, alvo de piadas após viralizarem as imagens em que comemora a aprovação do nome dele para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em sua pregação, com integrantes da Frente Parlamentar Evangélica e de ministros do governo de Jair Bolsonaro, Mendonça exibiu uma foto do momento em que ele, Michelle e outros aliados comemoravam a aprovação.

Ele destacou três aspectos da foto: a presença da sua família, a “adoração a Deus” realizada pelos deputados que rezavam de joelhos e a “manifestação do Espírito Santo”, o que, segundo ele, explicaria a reação da primeira-dama.

“Em terceiro lugar, aí chamo a atenção para a dona Michelle: a manifestação do espírito santo. Alguns setores da sociedade têm mal interpretado e até agido com grau de preconceito, por não entender. Mas ali estava o espírito santo de Deus. O amor que começa na família, a adoração a Deus na atitude de oração e a manifestação do espírito santo. Por isso que essa foto para mim vai marcar minha vida. Porque ela sintetiza quatro meses e meio da obra de Deus sendo realizada”, afirmou o novo ministro do STF.

Primeira-dama Michelle Bolsonaro em comemoração ao lado de André Mendonça (Foto: Reprodução)
Primeira-dama Michelle Bolsonaro em comemoração ao lado de André Mendonça (Foto: Reprodução)

O ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União do governo Bolsonaro revelou também que teve dias difíceis, nos quais não tinha “forças de levantar da cama”. Na pregação, André Mendonça relatou que só conseguiu ter a indicação aprovada porque os pastores, os integrantes da Frente Parlamentar Evangélica e os fiéis se uniram “numa mesma mente, num só propósito, no mesmo amor”.

Ele declarou ainda que não será um pastor no STF, mas que não renunciará seu histórico na religião. “O André não chega lá com o título de pastor. Mas o André chega com a história de uma vida louvada a Deus. Isso é história de vida, ninguém vai renunciar a si mesmo, renunciar ao que a gente é”, disse.

Nesta semana, a primeira-dama Michelle Bolsonaro também rebateu as “piadas” com as imagens, o que ela classificou como “intolerância religiosa” e “desamor”.

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