Aniversariante do dia, Poliana Abritta fala sobre realização profissional e casamento secreto: 'O simples é muito a minha cara'

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Poliana Abritta chega aos 46 anos neste sábado (18) com muito a celebrar na vida pessoal e na profissional. A semana foi agitada, por conta dos preparativos para o "Fantástico" comemorativo de número 2.500, mas na véspera da edição especial a jornalista terá direito a uma folga para curtir o seu dia com os filhos trigêmeos Manuela, Guido e José — que completaram 13 anos na última quarta-feira — e seu amor, o também jornalista, diretor e roteirista Chico Walcacer.

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— Eu e Tadeu (Schmidt) nos revezamos nos plantões de sábado. Desta vez, calhou de ser o meu dia de descanso, nem precisei pedir a ele pra trocar comigo por causa do aniversário — conta a apresentadora, no comando do dominical, ao lado do amigo, há sete anos: — Estar nessa função é um misto de orgulho e responsabilidade.

Apesar de todo o glamour em torno do cargo de visibilidade que ocupa na TV, a brasiliense garante não se deixar afetar por qualquer tipo de deslumbramento.

— O que eu entrego ali é o que eu sou, como sou. É claro que em casa eu fico de camiseta, short, chinelo e cabelo pra cima, e para o programa eu passo pelo ritual da maquiagem e do figurino elaborado para "entrar na casa" das pessoas. Isso faz parte do show. Mas em televisão, especialmente nos últimos anos, se você tenta dissimular, não demonstra verdade, as pessoas percebem. E os telespectadores gostam dessa naturalidade, dessa espontaneidade. Adoram os meus papos com o Tadeu no final do "Fantástico". Os desfechos estão ficando cada vez maiores. São 30 segundos a mais só de galhofa (risos).

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Leveza e simplicidade são palavras de ordem para Poliana, sempre muito discreta em sua vida pessoal. Seus 655 mil seguidores no Instagram se surpreenderam, por exemplo, ao descobrirem no último dia 27 de julho que a ruiva havia se casado, numa cerimônia íntima, em janeiro deste ano.

— Ninguém soube do casamento porque éramos só eu e o noivo (risos), não houve convidados por causa da pandemia. Meus filhos estavam em Brasília, os filhos do Chico estavam viajando com a mãe. Estávamos nós dois num sítio que é muito especial pra gente, perto de Araras (na Região Serrana do Rio). Resolvemos celebrar para a gente. No fim, é isso que importa, né? — detalha ela: — Eu e ele aos pés da cachoeira, descalços. Um buquê com as flores colhidas ali, enroladas com fita crepe. E uma cadela linda, chamada Gaia, como testemunha. O simples é muito a minha cara. Não preciso de badalação. Acabei publicando na rede social porque a gente acaba querendo compartilhar com quem gosta da gente esses momentos de alegria e amor.

Mais felicidades, Poliana!

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