ANS deve obrigar Amil a reassumir em definitivo planos individuais. Decisão sairá amanhã

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A Amil deverá ser obrigada a reassumir definitivamente os 340 mil contratos de planos de saúde individuais que tinha transferiado a APS - Assistência Personalizada à Saúde, operadora também do UnitedHealth Group, em janeiro. Segundo fontes próximas a operação, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve bater o martelo nesta sexta-feira.

E a Amil não deve recorrer da decisão. A orientação dentro da operadora, dizem fontes, é para acatar e deixar a poeira abaixar.

Em 5 de abril, a Diretoria Colegiada da ANS determinou em medida cautelar que a operadora Amil reassumisse e se mantivesse como responsável pela carteira de planos individuais e familiares, que somam mais de 340 mil pessoas, que haviam sido transferidos para a APS. A decisão desta sexta-feira será a definitiva.

Há uma avaliação interna que a transferência da carteira para a APS já com vistas a mudança do controle acionário foi atabalhoada e repercutiu mal para a imagem da empresa.

Toda a operação teria sido montada nos EUA com pouca participação da gestão nacional da operadora.

No início de janeiro, a agência havia autorizado a transferência dos planos individuais e familiares da carteira da Amil em Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná para a APS, que pertence também o UnitedHealth Group, dono da Amil.

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