ANS: planos de saúde vão ficar até 8,19% mais baratos

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Segunda a ANS, as operadoras de saúde que operam planos coletivos
Segunda a ANS, as operadoras de saúde que operam planos coletivos "costumam seguir os reajustes feitos pelos planos individuais", embora não tenham esse vínculo.
  • Queda se deu por diminuição de procedimentos ambulatórias e cirurgias eletivas.

  • Decisão não é válida para planos coletivos.

  • O ano de 2020 registro queda de 82% para 74% no uso de serviços de planos de saúde pelos usuários

A Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu que valor do plano de saúde individual vai ficar mais barato. Com a decisão, a agência prevê uma queda máxima de 8,19% nos contratos para 8,1 milhões de beneficiários até 1º de maio de 2022. As informações são do G1.

Segunda a ANS, as operadoras de saúde que operam planos coletivos "costumam seguir os reajustes feitos pelos planos individuais", embora não tenham esse vínculo."Foi uma medida justa visto que houve redução de atendimento em 2020. Nosso objetivo é promover a defesa do interesse público", afirmou Rogério Scarabel Barbosa, diretor da ANS.

O percentual negativo de reajuste não vale para planos de saúde coletivos, como os empresariais, e os por adesão, em que os consumidores contratam em grupo.

A expectativa ja era de que a correção viesse com uma redução de até 8% no valor dos contratos. Isso por conta de uma queda no uso dos serviços pelos usuários.

Ou seja, na prática, o ajuste representaria um barateamento dos planos de saúde individuais, excetuados aqueles contratados por empresas em planos para funcionários.

De acordo com o diretor da ANS, Paulo Rebello, em fala ao Globo, houve no ano passado uma queda de 82% para 74% no uso de serviços de planos de saúde pelos usuários, entre eles consultas e cirurgias.

Segundo a reportagem, a causa dessa queda no uso, ou de sinistralidade, foi motivada pela pandemia do novo coronavírus, por mais contraditório que isso pareça. O que houve é que, apesar de a Covid-19 ser uma crise médica, diminuiu o gasto com procedimentos ambulatórias e eletivos.

Apesar de as operadoras terem tentado reverter o índice negativo, recorrendo ao Ministério da Economia, elas não foram bem sucedidas.

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