Antes de final da NBA, Warriors e Celtics protestam pelo fim da violência armada nos EUA

Maior liga de basquete do mundo, a NBA é repleta de particularidades em relação ao estilo de vida dos jogadores e também a forma dos envolvidos de se comunicarem com os fãs. Protestos sociais, tabu em esportes como o futebol, são comuns no meio. Nessa noite, antes do jogo dois das finais entre Golden State Warriors e Boston Celtics (às 21h, com transmissão da ESPN), não foi diferente.

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Na coletiva que antecede as partidas e no aquecimento em quadra, treinadores e jogadores vestiram camisas que pedem o fim da violência armada nos Estados Unidos. Além da frase "End Gun Violence" na frente da camisa, a parte de trás continha perfis de redes sociais que dialogam com propriedade sobre a temática, caso fãs queiram saber mais sobre.

— Sentimos fortemente, como liga, que é hora das pessoas perceberem e começarem a participar do que deveria ser o esforço de uma nação para acabar com a violência armada. Há maneiras de limitar isso. Tem leis que estão esperando para ser aprovadas. Tem coisas que podemos fazer para não violar os direitos da 2ª emenda, mas que poderia salvar vidas. A ideia dos dois times em vestir a camisa é fazer as pessoas perceberem que elas podem contribuir com grupos de prevenção a violência armada. A maior delas é votar — falou Steve Kerr, técnico do Golden State Warriors, antes da partida.

Antes mesmo de se classificarem para a final, Warriors e Celtics já tinham seus principais personagens envolvidos no tema, especificamente no caso do ataque a tiros em uma escola primária em Uvalde, no Texas, que deixou 21 mortos, sendo 19 crianças.

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