Anvisa vai revisar condições de uso emergencial de vacinas

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BRASÍLIA, DF, 18.04.2022 - MARCELO-QUEIROGA: O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, concede entrevista coletiva para anunciar o fim do estado de emergência em saúde pública de importância (Espin), em Brasília, nesta segunda-feira. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 18.04.2022 - MARCELO-QUEIROGA: O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, concede entrevista coletiva para anunciar o fim do estado de emergência em saúde pública de importância (Espin), em Brasília, nesta segunda-feira. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A vigência dos atos editados em resposta à pandemia da Covid-19 foram postos sob revisão, anunciou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta segunda-feira (18). Entre esses textos, constam as resoluções que tratam do uso emergencial de vacinas e medicamentos. As informações são da Agência Brasil.

Diversos atos publicados de forma excepcional pela Anvisa, em resposta à pandemia, tinham validade determinada até o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, com fim anunciado pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga no domingo (17). Essa condição deve ter seu fim revisto nesta semana a partir de nova portaria da pasta.

“A solicitação feita pelo Ministério da Saúde é que a vigência das normas da Agência relativas à pandemia seja mantida por um ano a partir do momento da retirada do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional. A prorrogação do prazo de vigência das normas ainda depende de aprovação da Diretoria Colegiada da Anvisa e, se aprovada, deve permitir que vacinas e medicamentos em uso emergencial continuem em uso por este período (um ano)”, explicou a Anvisa.

RECOMENDAÇÕES

Em nota publicada nesta segunda, a Anvisa destaca que a vacinação contra a Covid deve continuar em andamento e que a dose de reforço deve ser aplicada nos públicos indicados. Para a agência, diante a possibilidade de novas variantes, é necessário também que a vigilância epidemiológica continue com atuação sobre a doença, por meio dos programas de testagem e mapeamento genômico do vírus em circulação no Brasil.

“Cada pessoa deve continuar atenta às medidas de higienização das mãos e uso de máscara em ambientes de maior risco, com aglomerações”, destacou o órgão de vigilância sanitária ao lembrar que, apesar dos avanços alcançados no Brasil, muitos países ainda continuam em estado de pandemia e com índices de vacinação ainda baixos, necessitando imunizar suas populações.

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