Ao final de "prazo" de Putin para fim da guerra na Ucrânia, guinada russa preocupa

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Quando iniciou a ofensiva militar na Ucrânia, em 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, já tinha uma data em mente para festejar a tomada dos territórios ucranianos: 9 de maio, o principal feriado nacional, em comemoração à vitória soviética sobre os nazistas. Às vésperas da chegada deste dia, a imprensa semanal francesa questiona as chances de Moscou dar alguma reviravolta espetacular no conflito, na próxima segunda-feira.

A L’Obs constata que Putin tem algumas vitórias a celebrar, como a tomada de Mariupol e o fato de não estar tão isolado quanto o Ocidente tenta lhe deixar. Mas, ao mesmo tempo, o líder teve de abdicar do objetivo de tomar a capital ucraniana, Kiev, e "reconstituir o império russo”, salienta a revista francesa. A publicação afirma que “desde o início da invasão, nada aconteceu como previsto”, a começar pela morte de entre 7 e 15 mil soldados russos, além de ao menos sete generais.

“Para sair desse impasse, Putin vai apelar para a arma nuclear?”, pergunta a L’Obs. Mas a revista conclui que a dura resposta de três potências nucleares diante da Rússia – Estados Unidos, França e Reino Unido – obriga o presidente russo a pensar duas vezes antes de avançar por este caminho.

Determinação ou desespero?


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