Ao retornar de passeio por Roma, Bolsonaro ouve gritos de genocida e mito

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ROMA — Como fez na sexta-feira, ao desembarcar em Roma para a cúpula do G-20, Jair Bolsonaro (sem partido) saiu novamente para caminhar neste sábado pelas ruas da capital italiana com alguns auxiliares.

Após participar da abertura do evento e de se encontrar com o secretário-geral da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Mathias Cormann, o presidente deixou a embaixada do Brasil, onde está hospedado, e caminhou pelo centro histórico da capital italiana.

Segundo o general Augusto Heleno, ministro do GSI que o acompanhou, eles foram até o Vaticano (a cerca de 30 minutos a pé da embaixada), mas apenas para observar a Praça de São Pedro. Ao contrário de outros líderes presentes no G-20, Bolsonaro não encontrará o papa Francisco em sua passagem por Roma.

Ao retornar para a embaixada, sempre caminhando, o presidente era acompanhado por um pequeno séquito de apoiadores. Ao se aproximar da embaixada, ele entrou numa área aberta de um restaurante para tirar fotos com brasileiros.

Logo em seguida, um pequeno grupo de brasileiros — formado por não mais de dez pessoas — começou a gritar palavras contra o presidente: "genocida", "fascista", "homofóbico" e "incompetente". Em resposta, os apoiadores responderam com gritos de "mito" e "melhor presidente do Brasil".

Além de sua segurança pessoal, do Palácio do Planalto, Bolsonaro também é escoltado por policiais italianos. Eles evitaram a aproximação de jornalistas.

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