Após cogitar aposentadoria, Lewis Hamilton quer seguir na F1 e lembra frustração em 2021: 'Não tinha forças'

Lewis Hamilton ainda está na missão. Sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, o britânico cogitou se aposentar no fim de 2023, mas considera ainda ter muito combustível para queimar nas pistas e deve estender a carreira por mais tempo.

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Em entrevista à revista americana Vanity Fair, o piloto de 37 anos da Mercedes, que não faz uma temporada tão competitiva quanto às últimas, não está perto da aposentadoria como já imaginou.

"Eu ainda estou na missão. Ainda amo dirigir, ainda me sinto desafiado por isso. Então, eu não sinto que devo desistir tão cedo. Fui moldado de uma maneira diferente, fui feito para isso. Isso me lembra que as pessoas ainda não me conhecem. Mesmo depois de todos esses anos. As pessoas ainda não sabem. Então, tudo bem, vou provar que você está errado novamente", afirmou, em tradução livre.

Hamilton também relembrou a polêmica da última temporada, quando Max Verstappen o ultrapassou na última volta do GP de Abu Dhabi para arrancar o título mundial de suas mãos.

"Não consigo colocar em palavras o sentimento que tive. Lembro-me de ficar sentado ali, incrédulo. E percebendo que tenho que desfazer meus cintos, tenho que sair de lá, tenho que sair dessa coisa, tenho que encontrar forças. Eu não tinha forças. Foi um dos momentos mais difíceis, eu diria, que tive em muito, muito tempo", admitiu o piloto.

Em uma temporada de recuperação pela Mercedes, que iniciou mal a temporada da Fórmula 1, Lewis Hamilton fez cinco pódios seguidos e ainda se vê com chances de título. Durante a paralisação para "férias" no circuito, o britânico visitou a Namíbia e os Estados Unidos.