Após demissão de ministro, governo já articula solução via Cade para reduzir preço de diesel e gasolina; entenda

RIO - Após a saída do almirante Bento Albuquerque do Ministério de Minas e Energia e em meio às preocupações do Planalto com o impacto da alta dos combustíveis na popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o governo já articula uma saída para reduzir os preços da gasolina e do diesel antes das eleições.

Uma das estratégias em estudo é usar como base um parecer, ainda não divulgado, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que está analisando em dois inquéritos um possível abuso de poder de mercado da Petrobras no mercado de combustíveis.

A partir deste parecer, poderia haver uma mudança na política de preços que não desse a impressão de ser uma “intervenção”. A solução em vista, segundo técnicos a par das discussões, poderia fazer os preços caírem até 15%.

Desde o início do governo Bolsonaro, o preço médio do litro do diesel nas bombas já subiu 111% e a gasolina, 67%.

A Petrobras adota hoje como referência uma paridade com os preços internacionais. A saída em estudo é mudar um dos critérios dessa paridade. Entenda os detalhes da mudança e os bastidores da negociação em reportagem completa, exclusiva para assinantes do GLOBO.

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