Após Henry, Swansea adere a boicote às redes sociais em luta contra ofensas discriminatórias

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Após o ídolo do Arsenal Thierry Henry anunciar que se retiraria das redes sociais até que as plataformas tomassem medidas contra ofensas racistas e discriminatórias, um clube da segunda divisão inglesa aderiu ao movimento. O Swansea, do País de Gales, anunciou nesta quinta-feira que ficará sete dias longe das redes.

"O Swansea decidiu tomar uma medida como clube na batalha contra o abuso e a discriminação de todas as formas nas mídias sociais. A partir das 17h (horário local) de hoje, não vamos postar conteúdo em nossas redes sociais oficiais por sete dias", anunciou a equipe.

Em longo comunicado, o clube explicou que seu executivo-chefe, Julian Winter, enviou cartas ao CEO do Twitter, Jack Dorsey, e ao presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, pedindo medidas mais firmes contra as mensagens discriminatórias. Segundo o Swansea, a decisão foi tomada em conjunto com atletas, funcionários e diretores do clube.

"Temos visto vários de nossos jogadores sujeitos a abusos nas últimas sete semanas, e acreditamos que é correto tomar uma posição contra esse comportamento, uma mancha em nosso esporte e na sociedade em geral".