Após indicar voto em Molon, Paes muda o tom e diz que PSD avalia apoio a Ceciliano na disputa pelo Senado

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Após indicar apoio à pré-candidatura do deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) ao Senado, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), disse que o partido ainda avalia a quem declarar alinhamento, já que tem sofrido pressões de deputados que querem estar no palanque do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), André Ceciliano (PT), apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante evento em que Rodrigo Neves (PDT) e Felipe Santa Cruz (PSD) formalizaram a aliança ao governo do estado, com o pedetista na cabeça de chapa, Paes disse que a decisão final sobre o apoio ao Senado caberá à Executiva nacional da legenda.

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— Tenho manifestado minha simpatia ao Molon, que considero um grande nome, mas recebi de muitos quadros do PSD o pedido para apoiar o Ceciliano. É muita gente pressionando. Tudo será fruto de conversas daqui em diante. A chapa majoritária e o partido que vão definir — afirmou, diante de Ivanir dos Santos, pré-candidato do PDT ao Senado, apoiado por Neves.

O PSD, de Paes e Santa Cruz, não tem candidato imediato ao Senado. O pré-candidato do PSB ao governo do Rio, Marcelo Freixo, que é correligionário de Molon, apoia a empreitada de Ceciliano e já cobrou que o colega de partido desista da iniciativa. Caso o PSD decida endossar um nome ao Senado que esteja fora da aliança formal em torno de Neves, o apoio será informal, já que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) veta a existência de coligações "paralelas" na corrida pela vaga majoritária ao Congresso.

No que diz respeito à disputa pela Presidência da República, a chapa também apresenta divergências: Neves reiterou o apoio a Ciro Gomes, enquanto Paes e Santa Cruz devem seguir declarando apoio em Lula.

O PSD desistiu da candidatura própria após a dificuldade de o ex-presidente da OAB emplacar nas pesquisas, em que vinha marcando entre 1% e 3% das intenções de voto. Ao explicar a seu próprio partido por que articulou a retirada de Santa Cruz da corrida ao Palácio Guanabara, Paes fez críticas aos dois líderes das pesquisas. Em mensagem enviada no grupo da executiva do PSD no Rio no WhatsApp, Paes definiu o atual governador como “incapaz” e Freixo como “radical”.

Em entrevista ao GLOBO, em maio, Santa Cruz — ainda como pré-candidato — refutou a possibilidade de desistir da disputa e também mirou nas duas campanhas citadas por Paes. Sobre Castro, Santa Cruz criticou o loteamento de cargos no primeiro escalão do governo e a distribuição de verbas do leilão da Cedae. Em relação a Freixo, o ex-presidente da OAB afirmou que ele seria uma espécie de “adversário ideal”, que garantiria a eleição de Castro em um eventual segundo turno.

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