Após série do Globoplay, Secretaria de Justiça do Paraná cria grupo para identificar falhas na investigação do 'Caso Evandro'

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Após a estreia da série ''O caso Evandro'', do Globoplay, a Secretaria de Estado de Justiça, Família e Trabalho do Paraná (Sejuf) criou um grupo de trabalho para identificar falhas no processo e investigação do desaparecimento e morte de Evandro Ramos Caetano, em 1992, em Guaratuba, no litoral do Paraná. As informações são do ''G1''.

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A Sejuf informou ao portal de notícias que o grupo de trabalho foi criado após o lançamento da série do streaming, em 13 de maio. Ainda de acordo com a secretaria, o objetivo é do grupo é identificar falhas na investigação, além de analisar o encaminhamento do relatório sobre o crime à Justiça e supostas injustiças e violações dos direitos humanos. Com o grupo, a secretaria também prevê a criação de medidas para proteção das crianças. O Departamento de Promoção e Defesa dos Direitos Fundamentais de Cidadania irá conduzir os trabalhos sobre o crime.

O caso do menino Evandro, que tinha 6 anos quando desapareceu, comoveu o país no início da década de 90. Dias depois de sumir, o corpo de Evandro foi encontrado sem os órgãos e sem as mãos e os dedos dos pés. Celina e Beatriz Abagge, esposa e filha do então prefeito de Guaratuba, Aldo Abagge, foram as principais acusadas de encomendar a morte de Evandro em um ritual religioso.

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Série relembra caso chocante

A série trata da história de uma criança assassinada, Evandro Ramos Caetano, na época com seis anos, que desapareceu no trajeto entre a casa e a escola, em Guaratuba, no litoral do Paraná. Celina e Beatriz Abagge, esposa e filha do então prefeito da cidade, Aldo Abagge, foram as principais acusadas de encomendar a morte de Evandro em um ritual religioso, que teria sido organizado pelo pai de santo Osvaldo Marcineiro. Por causa disso, o caso também ficou popularmente conhecido como "As Bruxas de Guaratuba".

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Investigações do caso demonstram que os sete acusados pelo crime teriam sofrido tortura e abusos psicológicos para confessarem tudo a mando da Polícia e do Tribunal de Justiça, que queria um desfecho para o caso. Hoje, os acusados lutam para limparem os nomes.

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