Após segunda alta da Selic, veja o que fazer com seus investimentos

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Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de aumentar a Selic, em março, a autoridade elevou a taxa básica de juros pela segunda vez consecutiva, netsa quarta-feira (dia 5). A alta de 0,75 ponto percentual, para 3,50% ao ano, já era aguardada pelo mercado, pois o Copom já havia indicado a elevação no último comunicado. Apesar da expectativa ter se concretizado, o cenário muda para você.

As decisões de investimentos devem ser tomadas baseadas no que deve acontecer com a Selic daqui para frente, não na taxa atual. Isso importa porque o juro é referência para muitas aplicações financeiras de renda fixa, ou seja, quanto mais alto ele está, maior o retorno dos investimentos mais conservadores.

Para a próxima reunião do Copom, de acordo com o comunicado publicado ontem, uma nova alta de 0,75 ponto deve chegar, levando a Selic aos 4,25% ao ano. Foi mantida no texto a expressão "normalização parcial da taxa de juros".

Na última segunda-feira (3), antes da decisão do BC, os agentes financeiros projetavam que a Selic subiria para 5,50% no final de 2021. A expectativa estava no Relatório Focus, que é divulgado toda segunda-feira pela autoridade monetária e traz as projeções do mercado para os principais indicadores econômicos do país.

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