Após superar depressão, cantor Marcelo Pesadão faz sucesso em lives com apoio de Frank Aguiar

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Até virar Marcelo Pesadão, o mineiro Marcelo Aparecido Antunes, hoje com 46 anos, viveu muitos altos e baixos, mas nunca deixou de sonhar de viver de música. Foi durante a pandemia da Covid-19 que ele se reinventou e encontrou seu espaço. Após superar uma depressão e reencontrar um velho amigo, o produtor Babá, Marcelo acabou montando o Projeto Pesadão.

"Fiz uma live caseira e, para minha honra, o Frank Aguiar entrou ao vivo na minha live. A partir daí, o projeto ganhou forças. E Deus me abençoou com a produtora Alô Records que acredita no meu talento", afirma ele.

O bom momento não faz Marcelo Pesadão esquecer seu passado de luta. Aos 16 anos, ele deixou seu povoado Cordeiros, em Minas Gerais, e foi para São Paulo. Trabalhando como ajudante geral numa loja de material de construção, ele mal tinha tempo para dormir, mas não desistiu da música: "Eu sempre dava um jeito de me reunir com os amigos nos karaokês e tenho um tio que tinha uma banda (Brisa Tropical). Cmecei a segui-los nos bailes e nos intervalos eu entrava no palco e cantava, a galera foi gostando e depois de um tempo assumi a banda".

Foram outros projetos, outras tantas tentivas, até chegar ao bem-sucedido Projeto Pesadão. "Minha mãezinha, dona Dodô ainda vive na roça e está com 90 anos. Ela torce e vibra quando ouve minhas músicas na rádio", conta.

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