Após tragédia em Paraisópolis, queixas por falta de projetos sociais se acumulam

Guilherme Caetano
Moradores de Paraisópolis protestaram contra a ação militar que deixou um rastro de mortes e abusos.

SÃO PAULO - Passados cem dias da ação policial que deixou nove mortos em um baile funk em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, moradores e líderes comunitários reclamam de demora na entrega de melhorias prometidas para a região. Em dezembro, representantes da prefeitura e do governo de São Paulo se comprometeram a tirar da gaveta medidas e projetos que demandariam investimentos na ordem de R$ 250 milhões.

Logo após a tragédia, 31 policiais militares foram afastados. Relatório da Corregedoria da polícia concluiu que as mortes decorreram da ação, mas diz que eles agiram em legítima defesa. Por isso, a Corregedoria pede que os PMs não sejam punidos.

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