Apenas 26% das crianças no Brasil come café, almoço e jantar todos os dias

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RIO DE JANEIRO, BRAZIL â OCTOBER 6: A view of the daily routine of families of Guanabara Bay fishermen as they face the coronavirus (Covid-19) pandemic along with misery, hunger, death threats from oil tankers, water pollution that reduced fish as almost 100 tons of garbage dumped daily in Guanabara Bay, in Rio De Janerio, Brazil on October 6, 2021. Brazil reaches 599,359 deaths per Covid-19, in 21,516,832 confirmed cases.. (Photo by Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)
Família de pescadores que enfrenta a fome na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, em 2021. Foto: Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images.
  • Dados são do Ministério da Saúde

  • Taxas de 2020 e 2021 são as piores dos últimos anos

  • Maioria das crianças consome ultraprocessados

Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde revelam que só 26% das crianças de 2 a 9 anos têm café da manhã, almoço e jantar todos os dias no Brasil. As informações são da GloboNews, e foram obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação.

Ainda segundo o jornal, este índice vem diminuindo a cada ano. Em 2015, 76% as crianças faziam as três principais refeições ao dia. No ano seguinte, em 2016, a taxa caiu para 42%. Já em 2017, passou para 46% e, em 2018, subiu para 62%. No entanto, a maior queda veio em 2019, quando despencou para 28%. No ano passado, chegou ao patamar mais baixo dos últimos seis anos: 21%. Neste ano, até outubro, somente 26%.

O Ministério da Saúde levanta os dados com formulários preenchidos junto a famílias que procuram serviços públicos de saúde.

Segundo levantamento do Jornal Hoje, 85% das crianças brasileiras comem alimentos ultraprocessados - que são prejudiciais à saúde - contra apenas 77% que comem frutas e 66% que comem verduras.

Os nutricionistas apontam que alimentos ultraprocessados têm excesso de óleo, açúcar e sal, além de outros ingredientes nocivos, o que pode ajudar a desenvolver a obesidade e a hipertensão, entre outros problemas de saúde. A falta de nutrientes adequados também pode impactar negativamente no crescimento saudável e na aprendizagem.

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