Apesar das críticas de Bolsonaro, Câmara dos Deputados exigirá comprovante de vacinação

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Brazilian President Jair Bolsonaro (C), along with the new president of the Chamber of Deputies, Arthur Lira (L), and the new president of the Federal Senate, Rodrigo Pacheco, offers a press conference at Planalto Palace in Brasilia on February 3, 2021. - Brazil's Congress on Monday elected two allies of President Jair Bolsonaro to head the Senate and lower house, an important victory for the far-right leader as he seeks to re-galvanize his reelection efforts for 2022. (Photo by Sergio LIMA / AFP) (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
Decisão foi anunciada por Lira e vai na contramão do que prega o presidente Jair Bolsonaro (Foto: Sergio Lima/AFP via Getty Images)
  • Câmara dos Deputados voltará aos trabalhos presenciais na próxima segunda-feira (25)

  • Arthur Lira anunciou que deputados vão precisar apresentar comprovante de vacinação para entrar na casa

  • Medida é contrária ao que apoia o presidente Jair Bolsonaro, opositor do passaporte de vacinação

Na próxima segunda-feira (25), os deputados federais voltarão aos trabalhos de forma presenciais. Para entrarem na Câmara, os parlamentares vão precisar apresentar o comprovante de vacinação. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

“Serão tomadas todas as medidas administrativas e sanitárias no retorno das atividades, entre elas, a apresentação da carteira de vacinação”, declarou Lira nas redes sociais. Desde o início da pandemia, a Câmara dos Deputados trabalhava em modelo híbrido, com parte dos parlamentares participando virtualmente, outra parte presencialmente.

O anúncio de Lira vai contra o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em diversas ocasiões, Bolsonaro fez críticas ao passaporte da vacina e à necessidade de comprovar estar imunizado para acessar locais públicas.

Recentemente, Bolsonaro afirmou que não vai se vacinar contra a covid-19. Ainda não há informações se o presidente poderá acessar a Câmara dos Deputados os se sofrerá alguma restrição. Na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, pessoas vacinadas não podiam participar, mas a determinação não se aplicada a chefes de estado, como Jair Bolsonaro, que pôde discursar.

Na ONU, Bolsoanro chegou a dizer: “Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina.”

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