Apesar do frio, foliões já estão de olho em Carnaval de julho em São Paulo

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SÃO PAULO, SP, 24.04.2022: CARNAVAL-BLOCO-SP - Foliões se divertem no vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, ao som da cantora Mariana Aydar com o bloco Forrozin. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 24.04.2022: CARNAVAL-BLOCO-SP - Foliões se divertem no vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, ao som da cantora Mariana Aydar com o bloco Forrozin. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os carnavalescos presentes na avenida Paulista curtem o desfile do Unidos do Swing, no finzinho do feriado de Tiradentes.

Enquanto a banda se apresentam com pirotecnia e pernaltas, foliões já estão de olho na possibilidade de um Carnaval em julho.

Isso porque a Prefeitura de São Paulo ofereceu aos blocos de rua a possibilidade de realização de desfiles nos dias 16 e 17 de julho.

O projeto, encabeçado pela secretária de Cultura Aline Torres, ainda depende da adesão dos grupos.

Atriz e produtora Carolina Kern, 35, afirma que animada não é bem a palavra, mas se for ter um quarto ou, quem sabe, um quinto Carnaval, ela estará presente.

"A gente vai ter que ir, mas vai tá frio, né? Julho é muito frio pra Carnaval, vai tá todo mundo cheio de roupa", diz ela que ama a folia e foi a blocos improvisados ao longo do feriado.

A psicóloga Luhana Lopes, 26, curtiu um bloco por dia durante o feriado de Tiradentes. "Eu gosto de Carnaval, mas quem ama mesmo é o meu namorado e ele já disse que vai [em julho]. Então, também vou."

Para ela, se a festa acontecer mesmo, os foliões devem adaptar fantasias para sair às ruas mais protegidos do frio. "Acho que vamos ter que pensar em usar uma manguinha ou uma meia-calça", diz.

Cheias de glitter no rosto, as amigas Vívian de Matos, 26, e Alicia Dias, 23, também afirmam que o frio não seriam empecilho para curtirem festa na rua. "Em 2020, a última vez que teve, eu viajei no Carnaval e não aproveitei. Então, eu vou", diz Matos.

"Toda possibilidade de usar um glitter, a gente vai aproveitar", afirma Dias.

Já um trio de amigos recifenses vê no Carnaval em julho a possibilidade de usar fantasias que o clima quente do Nordeste não permite.

"A gente pode usar couro, luvas, roupa de Mulher-Gato e tá tudo certo", brinca Maria Soares, 35, que trabalha com eventos.

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