Após apoio em 2018, Kim Kataguiri chama Bolsonaro e Flávio de "quadrilheiros, corruptos e vagabundos"

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O deputado federal, Kim Kataguiri (DEM-SP), é relator do texto substitutivo do Projeto de Lei 3.729/2004, conhecido como Lei Geral de Licenciamento Ambiental (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Durante sessão na Câmara, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) chamou o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) de “quadrilheiros, corruptos e vagabundos”.

“Presidente só faz alianças não para aprovar qualquer reforma ou privatização. Ele faz aliança para proteger o filho quadrilheiro, corrupto e vagabundo. E eu quero que fique registrado que não só o filho, mas o presidente da República: são quadrilheiros, corruptos e vagabundos”, disse Kataguiri.

O deputado é líder do Movimento Brasil Livre, o MBL. O grupo apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e fez campanha por Bolsonaro em 2018. O rompimento teria acontecido depois das acusações de que Bolsonaro e família estariam envolvidos em esquemas de corrupção.

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Kataguiri ainda desafiou o ministro da Justiça, André Mendonça, a processa-lo pelas ofensas. “Ministro da Justiça, eu estou cometendo um crime contra a honra do presidente da República, pra que fique registrado nos anais da casa. Vagabundo, corrupto e quadrilheiro. Se tiver coragem, me processa que a gente vai discutir o mérito de cada uma dessas três acusações que eu faço ao presidente da República e ao filho do presidente da República no tribunal”, desafiou.

Flávio Bolsonaro é investigado pela prática de rachadinha quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro. A defesa do senador admitiu que recebeu orientações da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, para pedir a anulação das investigações. Alexandre Ramagem, que Bolsonaro queria na Polícia Federal, é o diretor-geral da agência. Ao Supremo Tribunal Federal, Ramagem negou a produção de relatórios. Partidos pediram a cassação de Alexandre Ramagem do posto.

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