Após aprovação, Bolsonaro celebra 'terrivelmente evangélico' no STF; Mendonça dá 'glória a Deus'

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Brazil's Justice Minister Andre Luiz de Almeida Mendonca, wearing a protective mask, gestures next to Brazil's President Jair Bolsonaro after the opening of the forum 'Control in the Fight against Corruption 2020' at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil, December 9, 2020. REUTERS/Ueslei Marcelino
André Mendonça quando era ministro da Justiça, ao lado do presidente Jair Bolsonaro. Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino
  • Presidente diz que cumpriu sua promessa

  • Novo ministro diz que este é um 'salto para os evangélicos'

  • Aprovação do nome veio depois de sabatina realizada ontem

O presidente Jair Bolsonaro (PL) celebrou a aprovação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (1) e disse que realizou seu compromisso de indicar um "terrivelmente evangélico" para a Corte.

"O meu compromisso de levar ao Supremo um 'terrivelmente evangélico' foi concretizado no dia de hoje", escreveu o mandatário no Twitter.

A promessa de colocar uma pessoa que represente os evangélicos entre os ministros veio em 2019. Mendonça, que não era a primeira opção do lobby evangélico, é pastor e tem se aproximado de líderes religiosos como Silas Malafaia.

"Nossos parabéns ao André, parabéns a Miracatu/SP [sua terra Natal] e boa sorte ao mesmo nessa longa jornada na defesa da Constituição, da Democracia e da nossa vital Liberdade", comentou o presidente.

Bolsonaro ainda agradeceu aos 47 senadores que aprovaram o nome do ex-ministro da Justiça. Este é o segundo e último indicado do mandatário ao STF.

Após sua aprovação, Mendonça disse que a primeira coisa que fez foi agradecer a Deus. Evangélico, ele anunciou que sua aprovação significa um grande passo para a comunidade evangélica.

“É um passo para um homem, um salto para os evangélicos (...) Dei glória a Deus por esse vitória”, afirmou, em entrevista à imprensa.

No primeiro pronunciamento, Mendonça também agradeceu ao presidente Bolsonaro pela indicação, ao Senado pela conclusão da votação, tanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) quanto no plenário, e listou nomes de políticos evangélicos que o apoiaram no Senado.

O novo ministro teve 47 votos favoráveis e 32 contrários, que foi o menor número de votos de senadores para uma vaga na Corte.

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