Após férias, Jorge Jesus diz que não volta ao Brasil

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Com 11 dias de férias e diversas polêmicas, Jorge Jesus descartou trabalhar no Brasil no momento.
Com 11 dias de férias e diversas polêmicas, Jorge Jesus descartou trabalhar no Brasil no momento. Foto: (CARL DE SOUZA/AFP via Getty Images)

Depois de 11 dias de férias no Brasil e algumas polêmicas a mais na bagagem, o treinador Jorge Jesus, ao desembarcar em Portugal, deu declarações fortes ao canal de TV português SIC, onde vetou, depois de cavar uma vaga no Flamengo e tentar a rescisão contratual do clube rubro-negro com seu conterrâneo Paulo Sousa, qualquer possibilidade de voltar a trabalhar no Brasil no momento: "Não, não volto ao Brasil".

Quando questionado sobre seu futuro profissional em outras terras, sem ser a América do Sul, o 'Mister' levantou a possibilidade de trabalhar na Turquia, deixando em aberto uma provável negociação que tenha com o Fenerbahçe: "Fenerbahçe? Talvez".

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As falas do 'Mister' Jorge Jesus a Renato Maurício Prado, que caíram como uma bomba no Ninho do Urubu, foram desde o prazo estipulado até o sentimento de que poderia ter feito mais se não tivesse desistido do Flamengo para retornar à Europa: "Quero voltar, sim. Mas não depende só de mim. Posso esperar até pelo menos o dia 20. Depois disso, tenho que decidir minha vida. Esse time ainda mexe comigo. Me incomoda vê-lo em dificuldades. Tenho certeza de que se eu tivesse continuado teríamos conseguido uma longa hegemonia por aqui. Estávamos bem à frente dos demais. A pandemia me afetou demais. Foi algo absolutamente inesperado e devastador. Fiquei completamente só. Um funcionário deixava a comida na soleira da porta do meu apartamento e saía correndo. Parecia que eu estava vivendo num leprosário. Era muito difícil. Por isso, quando surgiu o convite do presidente do Benfica, um velho amigo, aquela me pareceu a melhor opção. Inclusive para voltar a viver perto da minha família. Braz e Spindel não me convidaram para voltar em dezembro. Foram ver um jogo do Benfica no camarote do Porto, deram várias entrevistas, criaram uma balbúrdia desnecessária. Se me quisessem mesmo, teriam ido em janeiro, como sugeri, e poderíamos ter nos acertado".

O mandatário flamenguista, Rodolfo Landim, porém, vetou o retorno de Jesus, que foi um desejo antigo de sua gestão, e firmou o compromisso com Paulo Sousa.

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