Após goleada, Athletico demite Carille e quer Felipão

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Fábio Carille chegou ao Athletico no dia 13 de abril e dirigiu o time em apenas sete jogos. Foto: Albari Rosa/AFP via Getty Images
Fábio Carille chegou ao Athletico no dia 13 de abril e dirigiu o time em apenas sete jogos. Foto: Albari Rosa/AFP via Getty Images

A goleada por 5 a 0 sofrida diante do The Strongest causou muito mais do que jogar o Athletico para a lanterna do grupo B da Libertadores. O vilão da vez foi o técnico Fábio Carille que acabou demitido após apenas 21 dias no comando do time paranaense, com sete jogos, quatro derrotas e três vitórias.

A decisão foi tomada pelo presidente do clube, Mario Celso Petraglia e o treinador foi comunicado ainda na Bolívia, logo após entrevista coletiva pós jogo, pelo vice-presidente, Márcio Lara.

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“Na última terça, após uma derrota dolorida para todos nós na Libertadores, que não poderia de forma alguma ter acontecido, fui surpreendido com a minha demissão do comando técnico do Athletico”, postou o treinador nas redes sociais.

Fábio Carille chegou ao clube no dia 13 de abril após a demissão de Alberto Valentim, que caiu também após uma goleada, por 4 a 0 diante do São Paulo na estreia do Campeonato Brasileiro.

“Cheguei ao clube no dia 13 de abril e fiz questão de começar a trabalhar imediatamente, por sabia que seria pouco tempo de treino para muitos jogos importantes. Infelizmente, 21 dias depois, o nosso projeto se encerrou. Vim ao clube empolgado para trabalhar, organizar essa equipe que pode render muito mais, porém não houve tempo para isso. Saio triste por não ter este tempo para colocar o nosso trabalho em prática, mas de cabeça erguida por trabalhar ao máximo e respirar o clube em toda e qualquer oportunidade que tivemos”, finalizou.

O nome para substituir Carille já tinha sido procurado após a saída de Alberto Valentim. Luiz Felipe Scolari é a bola da vez e deve ser procurado novamente.

Felipão tem a predileção do presidente Mario Celso Petraglia que quer oferecer mais uma vez um cargo diferente, como era com Paulo Autuori. A ideia é fazer algo parecido como o que acontecia com Alex Fergunson, que fez história no Manchester United.

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