Após morte de Marília, Léo Santana prioriza ônibus e sente o preço do combustível: "Muito caro"

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Cantor se apresentou no festival Garota VIP (Foto: Leo Franco/AgNews)
Cantor se apresentou no festival Garota VIP (Foto: Leo Franco/AgNews)

Um dos artistas mais queridos do axé, Léo Santana roda o Brasil com sua banda. A morte de Marília Mendonça em um acidente aéreo, no entanto, deixou o artista muito abalado e preocupado. Em conversa com a imprensa durante o festival Garota VIP, o cantor revelou que tem priorizado viagens de ônibus e carro.

"Depois do acidente da Marília, estamos nos precavendo mais. Se tiver que acontecer alguma coisa vai acontecer em algum momento, mas o prevenir ajuda muito. A gente tá rodando muito mais de ônibus", diz ele, que tem sentido o aumento do combustível no bolso. "Chega uma hora que a gente faz as contas e vê que está complicado. Tá muito caro (o preço da gasolina, do diesel), de verdade. Não tem para onde correr. A gente pode reclamar, protestar, não adianta. É o nosso país", completa.

Cantor se emocionou em festival (Foto: Leo Franco/AgNews)
Cantor se emocionou em festival (Foto: Leo Franco/AgNews)

Feliz com a retomada, Léo admitiu pensar, no auge da pandemia, que jamais fosse voltar a fazer shows com público. "Parecia que a gente nunca mais ia viver isso. Estava tão intenso, demorou tanto para voltar. Ainda estamos capengando, mas pelo menos já abriu caminho. Estou muito emocionado. Muito feliz de voltar a fazer o que amo. Mais feliz ainda de saber que as minhas músicas ainda estão na boca do povo. Se em 2021, ainda voltando aos poucos, deu essa quantidade de gente aqui, imagina em 2022, com 100% liberado. Será uma loucura. As pessoas estão com sede de festa", celebra o cantor.

Com o carnaval ainda incerto, Léo afirma que é momento de pensar na segurança de todos e diz concordar com o cancelamento dos blocos de rua: "É diferente você controlar milhões de pessoas. Quando se fala em evento privado, você tem controle de portaria, comprovante de vacinação. Para as coisas acontecerem, a vacina tem que estar em dia. A gente só está fazendo essas coisas devido ao ritmo da vacinação em massa. Quando se fala em carnaval, as coisas perdem o controle. Sou de acordo (com o cancelamento), mas ao mesmo tempo fico pensado 'se o privado fechar será estranho'."

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