Após prisão no dia anterior, ex-servidora inicia CPI sem prestar compromisso de dizer a verdade

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Francieli Fantinato, ex-coordenadora do PNI do Ministério da Saúde, em depoimento à CPI da Covid no Senado (Foto: Reprodução)
Francieli Fantinato, ex-coordenadora do PNI do Ministério da Saúde, em depoimento à CPI da Covid no Senado (Foto: Reprodução)

A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde Francieli Fantinato presta depoimento, nesta quarta-feira (7), à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado e se negou a prestar compromisso de dizer a verdade. Ela está munida de um habeas corpus, concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Francieli pediu exoneração no último dia 30 de junho.

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A ex-coordenadora do Plano Nacional de Imunizações será questionada sobre orientações referentes à aplicação da vacina contra a covid-19. Os sigilos bancário e telemático de Francieli Fantinato também já foram quebrados pela CPI, que aprovou requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) com essa finalidade.

Ontem, o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), determinou que Roberto Ferreira Dias, ex-servidor do Ministério da Saúde, seja detido por prestar informações falsas à CPI.

"Ele está mentindo desde manhã, dei chances para ele o tempo todo para ele [falar a verdade] e tem coisas que não dá para admitir. Os áudios que temos do Dominguetti são claros. Ele vai sempre arranjar uma desculpa. Dei todas as chances e vossa senhoria não quis dizer à CPI. Aqui o senhor fez um juramento, então estou pedindo para chamar a Polícia do Senado, e o senhor esta detido pela presidência da CPI".

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