Após recuo de Bolsonaro, Esplanada dos Ministérios é liberada em Brasília

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Registro do ato em 7 de setembro (Foto: AFP / Sergio Lima)
Registro do ato em 7 de setembro (Foto: AFP / Sergio Lima)
  • As principais vias da Esplanada dos Ministérios foram liberadas em Brasília 

  • O acesso à Praça dos Três Poderes, porém, segue restrito

  • Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro permaneciam no local 

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal informou que as principais vias da Esplanada dos Ministérios, que ainda estavam ocupadas por manifestantes e caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, foram liberadas nesta sexta-feira (10).

"O trânsito de veículos nas vias N1 e S1 na Esplanada dos Ministérios - entre a Catedral e a Avenida José Sarney – foi liberado no início da tarde desta sexta-feira (10), por volta do meio dia. Ainda há manifestantes na região, que estão saindo voluntariamente. A previsão é que deixem o local até o final do dia de hoje", informou a pasta por meio de nota.

O acesso à Praça dos Três Poderes, porém, segue restrito e protegido por gradil e policiais militares, de acordo com a secretaria.

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Mesmo com a saída dos manifestantes, a área central de Brasília continuará sendo monitorada e o policiamento permanecerá reforçado.

Bolsonaristas ocupavam vias

O presidente Jair Bolsonaro (Foto: AP Photo/Eraldo Peres)
O presidente Jair Bolsonaro (Foto: AP Photo/Eraldo Peres)

A Esplanada dos Ministérios foi fechada no domingo (5) em função dos atos que estavam marcados para ocorrer em 7 de setembro.

No entanto, mesmo após terça-feira (7), manifestantes e caminhoneiros permaneceram nas vias. Com isso, o local não foi reaberto pela polícia e a circulação de carros estava proibida. Apenas a circulação de pedestres foi autorizada.

A desmobilização ocorreu após a divulgação da carta do presidente Jair Bolsonaro em que ele destacou que nunca teve "nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar".

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