Aposta de ‘América’, em 2005, modelo ex-modelo Lucas Babin é promotor público nos EUA, aos 41 anos

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Em 2005, Lucas Babin foi anunciado como a grande aposta de um novo rosto na novela “América”. O americano, nascido em Beaumont, no Texas, saía das passarelas internacionais direto para o mundo dos rodeios, com os quais já tinha alguma familiaridade por conta da criação que teve nos Estados Unidos. Em dois anos de Brasil, o bonitão não fixou seu nome na teledramaturgia, mas surfou na onda do personagem Nick, gravando até um CD que incluía uma música dele na trilha sonora da novela. Passados 16 anos, Babin é hoje um respeitável promotor público do condado de Tyler Country, também no Texas.

Aos 41 anos, casado com a brasileira Luciana Bressane, que adotou o sobrenome do marido, Babin tem dois filhos gêmeos, e uma carreira pautada nos valores da família e proteção à criança e ao adolescente em seu estado. EEle se formou na Escola de Direito da Universidade de Houston, em 2014, e trabalhou em um escritório de advocacia particular no leste do Texas antes de ser eleito promotor público, em 2018.


O pai, congressista americano, foi um dos líederes da campanha de Babin à promotoria. Exceto pela beleza e porte físico, Babin em nada lembra o garotão descolado que viveu romances com paris Hilton e Raica Oliveira, ex de Ronaldo Fenômeno. Depois de deixar o Brasil, ainda continuou na carreira de ator, e já tinha no currículo um papel em “Escola do rock”, e uma ponta em “Sex and the city”.

Em 2007 fez seu último trabalho num dos episódios de “CSI Miami” e decidiu cursar a faculdade, além de voltar para a igreja e se converter. “Quando eu me mudei do Brasil para Los Angeles, casei e tive crianças, eu tive que decidir no que acreditar, como iria liderar minha familia e o que ensinaria para minhas crianças. Começamos a procurar igrejas, eu e minha mulher. Naquele momento, precisava estudar mais, ir mais fundo e, encontrei a Grace Community Church. Foi quando uma luz brilhou na escuridão”, contou ele, jnum depoimento, em sua igreja.

No novo cargo, Babin ficou sob os holofotes em outubro do ano passado, ao indiciar a produtora do filme “Cuties”, da diretora Maïmouna Doucouré, por acreditar que o longa sexualizava crianças de 11 anos. (A ministra Damares também entrou na questão aqui no Brasil)

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