Aprovada em Espanha "Lei da Memória Democrática"

O governo espanhol aprovou a Lei da Memória Democrática, que coloca no estado a responsabilidade de procurar e identificar 114 mil desaparecidos da Guerra Civil e de reconhecer os crimes cometidos durante a ditadura de Francisco Franco, regime que durou até 1975.

Felix Bolaños, Ministro encarregado do projeto de lei, saudou a aprovação da lei. "Quem é capaz de negar às vítimas o direito de recuperar os restos mortais de seus entes queridos? Quem?", perguntou, no parlamento.

A centro-direita votou contra. O princpial partido da oposição diz que é hipócrita que os independentistas bascos tenham co-elaborado esta lei quando durante anos ignoraram os crimes cometidos pelo grupo terrorista ETA

Jaime Miguel Mateu, deputado do Partido Popular, diz que "não se pode permitir que as principais figuras do terrorismo legislem e, pior ainda, escrevam a história de suas vítimas, é totalmente indecente".

A extrema-direita votou contra a lei porque acredita que "divide" os espanhóis, os defensores da independência catalã votaram contra também. defendem que a Lei da Memória Democrática "consagra o regime fascista".

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