AquaRio atinge marca de 5 milhões de visitantes, e família ganha passaporte vitalício

O Aquário Marinho do Rio atingiu, nesta segunda-feira (25), a marca de 5 milhões de visitantes. Depois de cinco anos de funcionamento, o parque preparou uma surpresa para o visitante que marcasse o recorde. José Neto, Amanda Viana e seu filho Enzo não sabiam que a visita terminaria em festividades. Além de um passaporte de sócio vitalício, a família foi presenteada com brindes do parque e uma visita ao backstage.

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— Foi muito legal porque eu fui pego de surpresa, estava entrando com a minha pipoca e do nada jogaram vários confetes com buzinas. Eu e minha família nos sentimos privilegiados, acho que demos só um pouco de sorte, não só por ganhar vários brindes, mas também por poder visitar o AquaRio sempre que eu quiser a partir de agora — conta Enzo Viana, 10 anos.

O parque também aproveitou a data histórica para apresentar a chegada de novos moradores. A partir de hoje, o AquaRio terá um circuito dedicado às águas-vivas. Os animais, que, em geral, medem poucos centímetros e podem chegar a 3 metros de diâmetro, entram para uma família de mais de 3 mil integrantes. Desse total, 64 são tubarões e 44 são raias. A expectativa é que, até dezembro, o parque receba novas espécies.

O parque

O AquaRio é o maior aquário marinho da América do Sul, com 26 mil metros quadrados de área construída. A arquitetura comporta o grande tanque oceânico, que tem 7 metros de profundidade e comporta 3,5 milhões de litros de água salgada.

Referência em programas de conservação da biodiversidade marinha, o parque mantém seu próprio Centro de Pesquisa Científica, com quase 30 estudos, em parceria com as principais universidades do país (UFRJ, UERJ, UFF, USU e UCB). Um desses trabalhos, sobre o uso de probióticos como forma de deter o processo de branqueamento de corais, já foi publicado em revistas internacionais renomadas de microbiologia, como Frontiers, Nature e Science.

A parceria entre o Aquário Marinho do Rio e a UFRJ tem levado o Brasil à posição de liderança na corrida para salvar recifes de corais em todo o mundo. Os estudos, coordenados pela professora Raquel Peixoto, se tornaram referência pelo pioneirismo e caráter inovador, atraindo pesquisadores de todo mundo ao Rio de Janeiro.

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