Aras monitorou operação contra garimpo no Pará a cada 30 minutos

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***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 03.02.2020 - Procurador-geral da República, Augusto Aras. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 03.02.2020 - Procurador-geral da República, Augusto Aras. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, acompanhou remotamente a operação deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública na última sexta-feira (15) para impedir a invasão de garimpeiros em uma terra indígena no Pará.

De acordo com relatos, ele manteve contato com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, a cada 30 minutos ao longo do sábado (16). Em ofício, o PGR enviou um ofício manifestando preocupação com o relato dos indígenas e pedindo a adoção das providências cabíveis.

A indígena Juma Xipaia, cacique da aldeia Karimaa, no Pará, afirmou em suas redes sociais que o território indígena Xipaya foi invadido nesta quarta-feira (14) por garimpeiros em balsa.

De acordo com o relato dela, publicado em suas redes sociais, os invasores usaram de violência contra o seu pai, que registrava a movimentação com um celular.

No sábado, o Ministério apreendeu a balsa utilizada na ação. Cinco adultos e dois adolescentes estavam a bordo.

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