Aras vai analisar ação que questiona impeachment de Witzel, com parecer até o fim da semana

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O procurador-geral da República, Augusto Aras

BRASÍLIA — Os ritos do processo de impeachment do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), serão analisados pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e não pela subprocuradora-geral Lindôra Araújo, responsável pelos processos criminais envolvendo governadores no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O GLOBO confirmou a informação com fontes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com a assessoria do órgão.

Lindôra é a subprocuradora que conduz as investigações sobre supostos desvios de recursos públicos destinados ao combate ao novo coronavírus no Rio. Foi ela que pediu buscas e apreensões, autorizadas pelo STJ, no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador, e no escritório de advocacia da primeira-dama, Helena Witzel. Em manifestação ao STJ, Lindôra disse que Witzel está no "vértice da pirâmide" do suposto esquema.

O processo de impeachment na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) foi judicializado, com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que contesta a composição da comissão responsável por analisar um eventual impedimento do governador. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, deu uma liminar favorável ao governador, durante o plantão do STF em julho, suspendendo o processo.

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