Armados, ladrões invadem shopping de SP e roubam R$ 1 milhão em celulares

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma quadrilha armada roubou entre 100 e 120 celulares na manhã desta quinta-feira (19) em uma loja em um shopping center de Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a polícia, o prejuízo estimado é de R$ 1 milhão.

No fim da tarde desta quinta-feira, o total de aparelhos levados ainda estava sendo contabilizado pela loja especializada em celulares. Mas, segundo apurou a reportagem, modelos iPhone de última geração estavam entre a maioria dos produtos levados.

A Polícia Militar afirmou ter sido acionada por volta de 10h45, quando a quadrilha já havia conseguido fugir. Ou seja, o assalto ocorreu pouco depois da abertura do Shopping Tamboré, onde fica a loja, às 10h.

A ação teve a participação de ao menos três homens, mas a polícia investiga se outras três pessoas teriam ficado do lado de fora do centro de compras.

Um dos três suspeitos que entrou no shopping estava com uma arma semelhante a uma metralhadora. Outro vestia roupa de funcionário de serviços de manutenção.

Os celulares foram colocados em sacolas e mochilas. O trio fugiu em seguida, antes que a segurança do shopping pudesse agir. A polícia diz acreditar que eles usaram três carros durante a fuga. Um deles, um Fiat Siena, foi abandonado próximo à rodovia Castelo Branco.

A Polícia Civil investiga se a quadrilha é da zona leste de São Paulo. Até as 19h30 desta quinta-feira, ninguém havia sido preso ou identificado.

Em nota, o shopping confirmou que houve uma ocorrência policial na manhã desta quinta-feira em uma de suas lojas.

"O empreendimento informa que acionou imediatamente as autoridades competentes e segue colaborando para solução do caso e está funcionando normalmente", diz na nota.

Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, houve 802 ocorrências de roubos (sem considerar os de veículos) em Barueri de janeiro a novembro do ano passado. O número é cerca de 10% menor que os 893 casos do mesmo período de 2019, antes da pandemia do novo coronavírus, e 3% menor que os 11 primeiros meses do ano passado -830 registros.