Armie Hammer, acusado de canibalismo, está mesmo trabalhando em hotel nas Ilhas Cayman; diz revista

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Embora Armie Hammer (dos filmes "Me chame pelo seu nome" e "A rede social") tenha negado, na última semana, que seja funcionário de um resort nas Ilhas Cayman, conforme divulgou o portal de celebridades TMZ — por meio de imagens dele de uniforme diante de um computador no local de serviço — a revista Variety afirmou, nesta quarta-feira, que ele está, sim, trabalhando no empreendimento. Uma fonte anônima reforçou à Variety que o ator, acusado de abuso sexual e prática de canibalismo, atua no setor de venda de propriedades compartilhadas, chamadas timeshares, quando um imóvel é dividido entre pessoas em diferentes períodos do ano.

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— Ele está trabalhando no resort e vendendo timeshare. Ele está trabalhando em um cubículo — disse a fonte à Variety nesta semana, pedindo para não ter identidade revelada. — A realidade é que ele está totalmente falido e está tentando preencher os dias e ganhar dinheiro para sustentar sua família.

Anteriormente, Hammer teria administrado um complexo de apartamentos, também nas Ilhas Cayman, onde mora para manter-se perto de seus dois filhos pequenos. Além disso, o ator também teria passado um tempo numa clínica de reabilitação.

Os rumores envolvendo o paradeiro de Hammer surgiram quando circulou nas redes sociais a foto de um panfleto que traz apresenta Hammer como concierge. O hotel, entretanto, negou que Hammer fizesse parte de seu quadro de colaboradores. Apesar disso, depois o TMZ divulgou imagens que mostram o ator no local de trabalho do resort, usando um uniforme do empreendimento.

Escândalos

Armie Hammer está envolvido, desde janeiro, num escândalo denunciado por várias mulheres que o acusam por ator de violência física e sexual, com elementos de tortura e até canibalismo.

A avalanche de acusações já fez com que Hammer fosse afastado de vários projetos. Em fevereiro, seu nome foi cortado das filmagens de "Shotgun wedding", projeto que estrelaria ao lado de Jennifer Lopez. Ele também foi retirado do elenco de "Billion dollar spy", em que atuaria com Mads Mikkelsen, estrela de "Druk", longa vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional.

Hammer ainda teve seu nome excluído da série “The offer”, que ainda está em pré-produção e tem a proposta de remontar os bastidores das gravações do clássico “O poderoso chefão”.

Desde o começo do ano, Hammer se manifestou publicamente apenas para classificar as denúncias como "uma besteira", e que não passam de "ataques on-line viciosos e espúrios" contra ele.

'100% canibal'

No começo de janeiro, vazaram na internet imagens de uma suposta conversa de Hammer com uma mulher, em que o ator se diz “100% canibal”. Desde que as conversas foram postadas em uma conta no Instagram, outras mulheres deram declarações reiterando o teor de diálogos com Hammer não somente sobre fetiches envolvendo canibalismo, mas também abuso e estupro.

Ainda em janeiro, Paige Lorenze, de 22 anos, deu entrevista ao “Daily Mail” revelando supostos detalhes de seu namoro com ator com detalhes sobre agressões físicas e ameaças.

Em março, uma mulher chamada Effie prestou queixa contra o ator, de acordo com o portal “TMZ”, e a polícia Los Angeles abriu uma nova investigação contra o artista. A mulher afirmou que Hammer a estuprou por mais de quatro horas em abril de 2017, além de ter batido sua cabeça contra a parede e outras agressões.

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