Arrecadação tem alta real de 4,9% em outubro, mas interrompe sequência de recordes

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 21.02.2019 - Still de mão segurando cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 21.02.2019 - Still de mão segurando cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Receita Federal registrou uma arrecadação de R$ 178,7 bilhões em outubro, o que representa um crescimento de 4,9% acima da inflação. Embora positivo, o resultado interrompeu uma sequência de recordes do indicador.

O dado, divulgado nesta quarta-feira (24), é o segundo maior para o mês na série histórica iniciada em 1995. Em termos reais, o número de 2016 foi o melhor já registrado, com o patamar de R$ 188,4 bilhões.

Dos dez primeiros meses de 2021, apenas janeiro, junho e, agora, outubro não apresentaram recorde histórico.

O resultado acumulado de janeiro a outubro, porém, ainda é o maior da série. No período, a arrecadação federal ficou em R$ 1,527 trilhão.

A trajetória das receitas do governo apresentou forte alta após o arrefecimento da pandemia do coronavírus, também impulsionada pela alta da inflação, por conta da incidência de impostos sobre o valor nominal dos produtos.

No entanto, a partir de julho, esse ritmo de crescimento começou a perder força.

Em entrevistas recentes, o ministro Paulo Guedes (Economia) tem afirmado que a economia apresentou uma recuperação em "V" e que agora deve ser observada uma desaceleração, uma diminuição no ritmo de crescimento.

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