Asteroide com 1,8 km de diâmetro passará próximo da Terra

Where: Studio/office – Chino Hills, CA USA
When: 6-1-2020
Who/What: The represented asteroid is my studio photograph of an actual (3
Qualquer objeto astronômico que passe a cerca de 48 milhões de quilômetros da órbita da Terra já é alvo de alerta para a agência especial (Getty Image)
  • Asteroide passará próximo a Terra nesta sexta-feira (27)

  • Ele é maior do que 99% dos 29 mil objetos próximos da nossa órbita

  • Para NASA, a chance do 7335 (1989 JA) atingir o planeta é extremamente baixa

Os arredores do planeta terra vai contar com a passagem de um asteroide com 1,8 km de diâmetro nesta sexta-feira (27). Identificado como 7335 (1989 JA), ele é maior do que 99% dos 29 mil objetos próximos à Terra (NEO, em inglês) rastreados regularmente pelo Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS), coordenado pela agência espacial dos EUA.

Mesmo que a NASA classifique o asteroide como "potencialmente perigoso", ele deve passar a uma distância de 4 milhões de quilômetros da Terra. Isso representa quase 10 vezes a distância entra a Lua e a Terra.

Os astrônomos estimam que ele esteja viajando a cerca de 76 mil km/h, ou 20 vezes mais rápido do que uma bala em alta velocidade. Depois dessa passagem, a rocha não ficará tão próxima do planeta até 2055. E, desta vezes, passará ainda mais distante.

Para a medição, o conceito de proximidade é relativo. Qualquer objeto astronômico que passe a cerca de 48 milhões de quilômetros da órbita da Terra já é alvo de alerta para a agência especial.

Para NASA, a chance do 7335 (1989 JA) atingir a Terra é extremamente baixa, mas a organização não o descarta a possibilidade de uma colisão de asteroides em um futuro próximo. É por isso que a empresa lançou uma missão para testar se asteroides potencialmente perigosos podem ser desviados de uma rota de colisão com a terra.

No ano passado, foi enviada uma nave que colidirá de frente com o asteroide Dimorphos, de 160 m de diâmetro entre setembro e dezembro deste ano. Apesar de não ter capacidade de diminuir a rocha, a expectativa é que os cientistas consigam desviar o objeto do caminho orbital que ele deveria realizar.

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