Atividade do comércio registra queda de 0,7% em agosto, mostra Serasa

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***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, 09/04/2021, BRASIL - O governo de Sao Paulo deve prorrogar a fase emergencial do Plano Sao Paulo que restringe o funcionamento de comercios e outras atividades. O comercio popular na regiao central de Sao Paulo esta parcialmente aberto e tem levado varios consumidores ao local. Geral da rua 25 de Marco, na regiao central da cidade.(Rivaldo Gomes/Folhapress,)
***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, 09/04/2021, BRASIL - O governo de Sao Paulo deve prorrogar a fase emergencial do Plano Sao Paulo que restringe o funcionamento de comercios e outras atividades. O comercio popular na regiao central de Sao Paulo esta parcialmente aberto e tem levado varios consumidores ao local. Geral da rua 25 de Marco, na regiao central da cidade.(Rivaldo Gomes/Folhapress,)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A atividade do comércio apresentou retração de 0,7% em agosto, em comparação ao mês anterior, segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian, divulgado nesta sexta-feira (10). De acordo com o índice, a queda foi puxada principalmente pelo setor de veículos, motos e peças, que registrou diminuição de 4,7%, e teve o segundo mês consecutivo de números negativos. As informações são da Agência Brasil.

Os demais segmentos tiveram variações menores: supermercados, alimentos e bebidas registraram queda de 0,2%; tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-0,2%); material de construção, alta de 0,4%; combustíveis e lubrificantes (+0,6%); e móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, e informática (0%).

“O recuo da atividade do comércio em agosto sinaliza que o país ainda enfrenta desafios por conta do alto desemprego e do aumento dos preços, por isso as pessoas estão restringindo as compras apenas ao essencial”, disse o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

No comparativo entre agosto deste ano e o mesmo mês de 2020, o índice registrou aumento de 4,3%, o menor crescimento do ano em termos de variação interanual. A recuperação com relação a queda de 12% do ano passado é parcial e sofre com a retração dos segmentos de combustíveis e lubrificantes (-8,6%) e tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-7,8%).

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