Ativistas denunciam desaparecimento de jornalista inglês e indigenista em protesto contra Bolsonaro na Cúpula das Américas

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Na véspera da chegada a Los Angeles do presidente Jair Bolsonaro, um grupo de ativistas brasileiros não identificado por motivos de segurança organizou um protesto no centro da cidade, no qual, entre outras acusações contra o chefe de Estado, alertaram sobre o desaparecimento na Amazônia do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira através de telas LED colocadas em caminhões.

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O grupo também colocou mensagens como “Fuera Bolsonaro” (fora Bolsonaro) e “Don't trust Bolsonaro” (não confie em Bolsonaro), em todos os casos acompanhadas de imagens do presidente brasileiro.

A ação teria sido promovida por várias organizações brasileiras e internacionais que, alegando motivos de segurança, optaram pelo anonimato. Os protestos são similares a outros realizados contra Bolsonaro no exterior, por exemplo durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro do ano passado, em Nova York.

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Em nota, os organizadores afirmam que Bolsonaro levará à Cúpula das Américas “sua péssima reputação ambiental e seu desprezo pelas instituições democráticas”. O texto alerta ainda, que seria “um erro confiar em qualquer tipo de compromisso que ele (Bolsonaro) venha a assumir nesse encontro”.

Na última terça-feira, 71 organizações da sociedade civil brasileira enviaram uma carta ao presidente Joe Biden expressando sua preocupação pelo encontro bilateral entre os dois chefes de Estado, e a possibilidade de que Bolsonaro possa usar esse encontro como endosso a suas ações, dizem as ONGs, contra a democracia, o meio ambiente, dos direitos básicos e à Amazônia.

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