Ato pelo impeachment de Bolsonaro deverá ter palco na Paulista e convite a ex-presidentes

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BRASILIA, DF,  BRASIL,  15-09-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do vice presidente Hamilton Mourão, participa de cerimônia de anúncio de avanços no programa Casa Verde Amarela, de habitação popular. No palácio do planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASILIA, DF, BRASIL, 15-09-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do vice presidente Hamilton Mourão, participa de cerimônia de anúncio de avanços no programa Casa Verde Amarela, de habitação popular. No palácio do planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Partidos de esquerda e centro que sonham com um novo ato "ao estilo Diretas Já" pelo impeachment de Jair Bolsonaro (sem partido) querem montar um palco na avenida Paulista e sonham com a presença de ex-presidentes.

Os organizadores, que se reuniram nesta quarta (15) em Brasília, querem também atrair legendas, movimentos e líderes de direita para a manifestação.

Os atos realizados até aqui ocorreram em cima de caminhões de som, mas a ideia agora é montar um grande palanque físico, para evocar o espírito das manifestações em defesa das eleições diretas na década de 1980.

Se possível, esse amplo ato ocorreria já no dia 2 de outubro, mas o mais provável é que ele esteja maduro apenas na manifestação marcada para 15 de novembro.

Essa data teria forte simbolismo, por ser o feriado da Proclamação da República, o que ofereceria um contraponto aos atos pró-Bolsonaro ocorridos no feriado da Independência, em 7 de setembro.

Há dúvidas ainda se a montagem de um palco na Paulista seria algo permitido pela prefeitura de São Paulo. Caso não seja viável, o plano B é o vale do Anhangabaú, no centro.

Quanto aos ex-presidentes, a expectativa é que poderiam comparecer Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) e, possivelmente, José Sarney (MDB).

Já a presença de Fernando Collor (Pros) e Michel Temer (MDB) é vista como improvável, dada a proximidade que ambos têm hoje com Bolsonaro.

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