Humberto Martins defende governo Bolsonaro: “Governando para quem realmente precisa”

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Humberto Martins contou quem apoiará nas eleições de outubro de 2022 (Roberto Filho/Brazil News)
Humberto Martins contou quem apoiará nas eleições de outubro de 2022 (Roberto Filho/Brazil News)

Resumo da Notícia:

  • Humberto Martins comentou sua posição política em relação às eleições de 2022

  • O ator acredita que o presidente da república está fazendo um bom trabalho durante seu governo

  • Veterano da atuação, ele acredita que pessoas públicas não devem ser obrigadas a se manifestar politicamente

O ator Humberto Martins não se exime quando é convidado a entrar no debate político. Durante a abertura do 1º Festival de Cinema Vassouras, no interior do Rio de Janeiro, ele comentou sobre o atual governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eleitor do chefe do Executivo nacional, Martins disse ao Yahoo que aprova os três primeiros anos da gestão do político. “De certa forma sim. Vejo que ele está governando pra quem realmente precisa. Senão esses meninos não teriam recurso nem pra fazer isso. Porque pra eles liberam verba”, afirmou, se referindo aos mais de 400 filmes que serão exibidos na mostra.

Humberto Martins ganhou uma sala de cinema com seu nome em Vassouras (Roberto Filho / Brazil News)
Humberto Martins ganhou uma sala de cinema com seu nome em Vassouras (Roberto Filho / Brazil News)

Mesmo acreditando na boa gestão, o apoio do ator veterano ao presidente Jair Bolsonaro (PL) não iria mais longe, a um palanque na campanha de outubro, por exemplo. “Não, imagina. Tenho um ponto de visão. Cumpro com a minha obrigação”, reforçou.

Martins acredita que artistas não devem ser obrigados a se posicionar em temas políticos só por serem pessoas públicas. “Cada um é dono da sua indumentária de consciência e estilo de vida. Cada um tem o direito de exercer sua liberdade de expressão”, avalia.

E continua: “Sou de um tempo que já me iludi bastante. Aos 61, tenho uma análise muito simples do mundo: é cíclico. Desde os primórdios, um povo quer tomar o lugar do outro dentro de uma posição de oportunidade. Sempre foi assim desde os Fenícios. E aí entram essas coisas de política, divisão e de governanças”, conclui.

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