Atos bolsonaristas no 7 de Setembro não buscam ruptura institucional”, diz Mourão

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Vice-presidente Hamilton Mourão fala em conferência
Vice-presidente Hamilton Mourão (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Vice-presidente diz que "atos bolsonaristas no 7 de Setembro não buscam ruptura institucional”

  • Hamilton Mourão afirma que atos em apoio a Bolsonaro serão pacíficos

  • Bolsonaro e aliados têm mobilizado apoiadores para manifestação no Dia da Independência

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (30) que as manifestações convocadas para o dia 7 de Setembro em apoio ao presidente Jair Bolsonaro deverão ser pacíficas e que não apontam para uma ruptura institucional.

"Todo mundo fala das manifestações do dia 7 de Setembro. Todas as manifestações que ocorreram em apoio ao nosso governo, e em particular à pessoa do presidente da República -você pode até discordar de algumas das bandeiras que são ali colocadas- todas foram pacíficas”, disse a jornalistas, na chegada ao gabinete da Vice-Presidência.

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“Por isso que eu disse que o que vai acontecer no dia 7 de setembro, independentemente da quantidade de gente que for às ruas, será mais uma manifestação de apoio, e não buscando uma ruptura institucional”, acrescentou.

Bolsonaro e seus aliados têm mobilizado apoiadores para uma manifestação no feriado da Independência do Brasil. O presidente afirmou que vai participar dos atos- pela manhã, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; e à tarde, na Avenida Paulista, em São Paulo.

O ato deve ocorrer em meio à crise do Planalto com o Judiciário e também diante da preocupação de governadores com insurgência na Polícia Militar nos estados.

Na semana passada, Mourão havia descartado a possibilidade de convulsão social no país em decorrência desses atos pró-governo. “Isso aí tudo é fogo de palha. Zero preocupação”, disse o general.

Nos grupos bolsonaristas, as mensagens de convocação abaixaram o tom. Em vez de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), fechamento do Congresso e intervenção militar, as menções nas redes sociais têm agora o objetivo de defesa da liberdade.

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